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Chevrolet Monza híbrido chinês seria o substituto ideal do Cobalt no Brasil

11

mai
2020

A General Motors apresentou na China novas motorizações para os sedãs Onix Plus (também fabricado e vendido no Brasil) e Monza, com foco na eficiência energética.

Como opção mais em conta ao 1.0 turbo a gasolina de 125 cv de potência e 18,3 kgfm de torque, o Onix Plus passa a oferecer um 1.3 aspirado de três cilindros, também da família Ecotec. Dotado de sistema duplo de injeção de combustível (direta e indireta) e variador de fase no comando de válvulas, o propulsor entrega 107 cv de potência e 13,3 kgfm de torque.

Combinado a um câmbio manual de cinco marchas, esse motor tem consumo declarado de gasolina de 20,8 km/l.

Já o Monza, sedã um pouco maior que o Onix Plus e que chegou a ser cogitado no Brasil como sucessor do Cobalt, agora é oferecido com um sistema híbrido leve em conjunto com o 1.0 turbo de 125 cv e o 1.3 turbo de 163 cv.

A tecnologia não aumenta a potência, mas ajuda na redução do consumo de gasolina ao aliviar o trabalho do motor a combustão em acelerações e retomadas. O sistema de 48 volts ainda trabalha como um alternador de grande capacidade que recarrega uma bateria nas desacelerações.

O Monza também é comercializado com um motor 1.5 de quatro cilindros aspirado de 112 cv.

Com mais de 140 mil unidades vendidas na China em pouco mais de um ano, o Chevrolet Monza é feito a partir da plataforma do Cruze. Ele mede 4,63 metros de comprimento (15 cm maior que o Cobalt), 1,79 m de largura (+6 cm) e 2,64 m de distância entre-eixos (+1 cm).

Sobre o autor

Editor. Começou a trabalhar no Carsale em 2012, mas gosta e acompanha o universo automotivo desde que se conhece por gente. Prefere carros compactos e práticos, mas se diverte da mesma forma quando avalia um utilitário no fora-de-estrada ou acelera um superesportivo num autódromo.