Texto: Carlos Guimarães
Fotos: Divulgação
A protótipo BMW CS1, que será apresentado no Salão de Genebra (Suíça), em março, vai ditar a tendência estilística e tecnológica a ser seguida pela próxima geração de conversíveis da marca alemã. Sem deixar de lado as peculiaridades dos carros da marca sediada em Munique (Alemanha), esse modelo conceitual destaca-se pelo desenho de linhas arrojadas e pela praticidade do sistema iDrive, que simplifica o acionamento dos comandos.
A visão frontal do carro é o primeiro sinal de sofisticação desse protótipo. Quando acesos, os faróis circulares formam um conjunto de quatro anéis luminosos protegidos por uma cobertura transparente. Como não poderia deixar de ser, a grade bipartida também faz parte do visual, sempre em harmonia com as linhas que compõem o desenho do pára-choque e do capô.
A alta linha de cintura segue os contornos da carroceria de formas fluidas e elegantes. Como já está se tornando comum entre os esportivos, as rodas são de aro 18 montadas em pneus 215/45 ZR no eixo dianteiro e 235/40 ZR no traseiro. Para seguir o tom de modernidade, as lanternas usam leds luminosos que, uma vez acesos, formam uma indicação tridimensional alertando quem vem atrás.
O interior reúne o que há de mais moderno. Apoios de braço feitos de alumínio, com revestimento de couro nobuck, parecem estar flutuando. A instrumentação de inspiração nostálgica está instalada na parte superior da coluna de direção, sendo visível através dos vãos do volante de três raios.
O console central abriga o controle do sistema iDrive, que faz parte do novo conceito de ergonomia - já empregado no novo BMW Série 7 e prestes a equipar outros modelos da marca. Trata-se de um botão giratório que funciona como um "mouse' de computador, permitindo selecionar as funções escolhidas por meio de um monitor no centro do painel.
Na hora de acelerar, o motor 1.8 de 16 válvulas é capaz de gerar 115 cavalos e 17,6 kgfm de torque a 3.750 rpm. Apesar da cilindrada relativamente baixa, esse propulsor conta com recursos sofisticados, como o par de comandos variáveis. Como nos monopostos de Fórmula 1, o câmbio SSG é seqüencial de cinco marchas, com embreagem de acionamento automático. Segundo o fabricante, as trocas são feitas em frações de segundo com simples toques nas hastes atrás do volante.
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