Assim como muitos de nós, em dias de clima frio, o Novo Uno às vezes resiste em despertar logo pela manhã. A gente gira a chave e o motor 1.0 litro SOHC Flex chega a dar umas refugadas antes de pegar de vez. Mas uma vez ligado, ou acordado, não tem com que se preocupar. No entanto, após rodar com ele por alguns dias, dá para perceber que seu desempenho não é muito superior ao do antigo Mille.
Por ser mais compacto que o Novo Uno, o bom e velho Mille até ostenta uma certa agilidade, já que ele é quase 80 quilos mais leve que a nova geração. No trânsito, o Novo Uno exige mais reduções de marcha para compensar um pouco a falta de fôlego em algumas situações, como enfrentar ladeira íngremes. Afinal, o torque máximo de 9,9 kgfm, com etanol, só é liberado a 3.850 giros, segundo a Fiat. No Mille, os 9,2 kgfm, também com etanol, são alcançados a 2.500 rpm.