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Página: Sabor prolongado chega ao fim
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07/10/2010 | 14:37
Canal de Alta Rodagem

Sabor prolongado chega ao fim

Autor: Diogo de Oliveira
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Após 30 dias na garagem do Carsale, o Novo Uno está de partida. E nossa conclusão é de que as evoluções da nova geração do subcompacto vão além do design divertido, cada dia mais presente em nossas ruas. O sucessor do velho Mille está mais confortável, espaçoso e agradável de dirigir em relação ao modelo lançado em 1984 e produzido até hoje. O carrinho ganhou um acerto de suspensão e de direção significativamente mais preciso que no veterano Uno. Ao mesmo tempo, a ergonomia no hatch também é superior, com ampla visibilidade e comandos melhor posicionados e mais simples de operar. Nesse sentido, o salto de modernidade foi grande. Visual e também conceitual.

Outro aspecto marcante no Novo Uno foi a qualidade do acabamento interno. Não há mais partes expostas da carroceria. Todo o interior é revestido e as peças ostentam melhor qualidade e parecem melhor encaixadas – uma evolução inclusive dentro da própria Fiat, que costuma pecar no acabamento de seus compactos, quase todos derivados da família Palio. Claro, como no velho Uno, não há qualquer tentativa de transmitir glamour no Novo. Tudo é básico, feito para atender à necessidade de ser um carro barato. Mas digamos que, em meio ao que temos no mercado brasileiro, o Novo Uno é como a nova geração do Volkswagen Gol. Pode ser básico e foi criado nesse molde. Mas é bem honesto, apesar de suas naturais limitações.

27/09/2010 | 18:01
Canal de Alta Rodagem

Acordar o Novo Uno nem sempre é uma tarefa fácil

Autor: Editor Carsale
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Assim como muitos de nós, em dias de clima frio, o Novo Uno às vezes resiste em despertar logo pela manhã. A gente gira a chave e o motor 1.0 litro SOHC Flex chega a dar umas refugadas antes de pegar de vez. Mas uma vez ligado, ou acordado, não tem com que se preocupar. No entanto, após rodar com ele por alguns dias, dá para perceber que seu desempenho não é muito superior ao do antigo Mille.

Por ser mais compacto que o Novo Uno, o bom e velho Mille até ostenta uma certa agilidade, já que ele é quase 80 quilos mais leve que a nova geração. No trânsito, o Novo Uno exige mais reduções de marcha para compensar um pouco a falta de fôlego em algumas situações, como enfrentar ladeira íngremes. Afinal, o torque máximo de 9,9 kgfm, com etanol, só é liberado a 3.850 giros, segundo a Fiat. No Mille, os 9,2 kgfm, também com etanol, são alcançados a 2.500 rpm.

22/09/2010 | 12:25
Canal de Alta Rodagem

Um ponto amarelo no meio da multidão cinza

Autor: Marcelo Goto
Foto

Para onde a gente olha, no trânsito de São Paulo, é carro cinza e preto para todo lado. De vez em quando você vê um vermelho desbotado, um azul opaco ou um amarelo, quase sempre um Fiat Stilo. Branco, ou é táxi ou é Kombi de entrega. No fundo, no fundo, o brasileiro gosta de carro colorido. Mas por conta do valor de revenda e da dificuldade que um modelo de cor chamativa oferece na hora de se desfazer dele, o consumidor acaba optando por um cinza, um prata ou preto.

E quando você sai com um Novo Uno "cor de caneta marca texto", não tem como não reparar. A Fiat diz que o nome da cor é Amarelo Citrus. Mas para mim e para um monte de gente é "cor de caneta marca texto". E não foram poucas as gozações no trajeto da minha casa, no Jabaquara, para o trabalho, no singelo bairro do Cambuci, ambos na zona sul da capital paulista. "Olha lá aquele japonês no Uno! Rárárá!". E por aí vai. Ossos do ofício. Fazer o quê? As crianças adoram. Será que é porque o Novo Uno Amarelo Citrus parece carrinho de brinquedo grandão? "Pai, compra um?".

15/09/2010 | 20:25
Canal de Alta Rodagem

Algumas horas forasteiras a bordo

Autor: Diogo de Oliveira
Foto

O leitor Alexandre pediu e nós daremos agora uma “pitada” de como se comportou o Novo Uno nos cerca de 180 km de ida e volta, percorridos da capital paulista até a cidade de Valinhos, próxima a Campinas, no interior. Como o carro é novidade a viagem reuniu alguns amigos, resolvemos fazer uma pequena “lotação”: convidei três deles para irem de carona a bordo do sucessor do Mille. E, claro, a turma imediatamente topou – estavam todos na expectativa de ver como o carrinho se comportaria com pista livre e algumas curvas mais fechadas em velocidade.

Pois bem, a primeira anotação do passeio é sobre a direção. Uma das características que mais nos chamou a atenção, não apenas nesta viagem, mas durante todo o teste até aqui, é a comunicação entre o volante e as rodas. A Fiat conseguiu entregar ao Novo Uno uma direção bastante direta e bem mais interessante que nos Palio, por exemplo. O comportamento, inclusive, lembra o dos Volkswagen, que têm por tradição calibragens mais rígidas, na busca de maior precisão. O motor 1.0 EVO também agradou, com respostas interessantes – longe de serem vorazes, mas suficientes.

A visibilidade ao volante também marcou a experiência. Mesmo com passageiros no banco detrás, o motorista tem uma perspectiva bem ampla do entorno do carro. E os espelhos laterais encorpados são decisivos em manobras de mudanças de faixa, com ótimo campo de visão. Os assentos verticalizados são outro ponto alto na estrada, favorecendo a ergonomia. Pontos também para a suspensão. Nos carros da Fiat, o conjunto normalmente é mais macio. Mas no Novo Uno, os ajustes ficaram na medida. Só faltaram mais porta-objetos e espaço atrás e no porta-malas (280 litros). Coisa de carro pequeno.

14/09/2010 | 14:46
Canal de Alta Rodagem

Consumo: A hora da verdade continua

Autor: Marcelo Goto
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Bem, caros leitores do Carsale, chegou a hora de confrontarmos os números de consumo do Novo Uno com as médias alcançadas pelos engenheiros do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT). De acordo com a Fiat, a versão Vivace equipada com motor 1.0 Flex percorre 20,1 quilômetros com apenas 1 litro de gasolina, na estrada, e média de 15,6 km/l, na cidade. No entanto, nos ensaios do IMT, o Novo Uno atingiu médias de 18,1 km/l e 12,7 km/l, respectivamente. Com apenas etanol no tanque, o hatch é capaz de rodar, segundo a Fiat, 12,9 km/l, em regime rodoviário, e 10,5 km/l, em trajetos urbanos. As medições do IMT, por sua vez, se equiparam aos índices alcançados pela montadora: 13,9 km/l, na estrada, e 10,2 km/l, na cidade.

No quesito frenagem, dado que não é divulgado pela fábrica, o Novo Uno não se saiu muito bem. A 100 km/h, ele precisa de 57,6 metros para parar totalmente, enquanto que a 80 km/h, ele percorre 36,6 m. Com o ponteiro do velocímetro a 60 km/h, são necessários 25,1 m para o carro atingir a inércia, e a 40 km/h, 12,3 m. Para se ter uma idéia das médias, o Uno Way consegue parar totalmente a 80 km/h e a 60 km/h em 37,5 m e 26,7 m, respectivamente.

13/09/2010 | 14:46
Canal de Alta Rodagem

Desempenho: A hora da verdade

Autor: Marcelo Goto
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Além do visual e dos equipamentos agregados, uma das grandes expectativas dos consumidores com relação a um lançamento são os números de desempenho do carro. E com o Novo Uno não é diferente! Pois então, agora, meu caro leitor, revelamos o resultado dos testes realizados pelo Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) e os confrontamos com os dados da montadora. Vamos começar com a aceleração de 0 (zero) a 100 km/h. O hatch precisou de 16,79 segundos para atingir os 100 km/h, com etanol. Ou seja, bem mais lento que os 13,8 s declarados pela Fiat. Com gasolina no tanque, o carro levou 17,11 s, ou 2,41 s a mais que o tempo alcançado pelos engenheiros da fábrica.

Nas arrancadas de 0 a 60 km/h, o Novo Uno cravou 6,46 s, tanto com etanol quanto com gasolina. E para chegar aos 80 km/h, foram necessários 10,76 s, com o combustível vegetal, e 10,84, com gasolina. Mas para fazer o ponteiro do velocímetro chegar aos 120 km/h, o cronômetro gastou incríveis 26,64 s e 27,85 s, respectivamente. Nas retomadas de velocidade não foi diferente. De acordo com o relatório do IMT, o Vivace Celebration 1.0 Flex  levou 11,34 s para ir de 40 km/h a 80 km/h, em terceira marcha e com etanol - 20 décimos de segundo mais ligeiro que abastecido com gasolina. De 40 km/h a 100 km/h, foram gastos 17,78 s; e de 60 km/h a 100 km/h, 19,97 s, ambos com etanol. E para fazer o marcador do painel saltar de 80 km/h para 100 km/h, o Novo Uno precisou de 10,37 s.

04/09/2010 | 02:18
Canal de Alta Rodagem

Caindo na estrada com conectividade

Autor: Diogo de Oliveira
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Você vai fazer uma viagem longa para aproveitar um feriado prolongado, como este de 7 de setembro – dia da Independência do Brasil. Então, resolve separar sua coletânea musical para se distrair na estrada e, quando vê, não há espaço para tantos CDs. Bom, diferente do veterano Mille, o Novo Uno já nasceu nos moldes da geração digital. E a boa notícia é que o carrinho pode vir equipado com um sistema de som próprio, desenvolvido pela Fiat, que oferece conexão para Apple iPods e entrada USB – ambos ficam “escondidos” no porta-luvas. Mas nem tudo é perfeito. Nesses tempos de enxurrada de opcionais, o radinho moderno do Novo Uno é pago à parte.

O aparelho com leitor de CDs custa R$ 522, mais é vinculado à predisposição do som, que adiciona R$ 257 ao preço e inclui quatro alto-falantes, dois tweeters e antena. No total, é preciso desembolsar R$ 779 para ter o sistema. Mas no fim das contas, o preço é aceitável se levar em consideração tudo o que o rádio Connect oferece. Além das entradas USB e para iPods, há conexão Bluetooth para celulares. Nessa primeira semana a bordo do Novo Uno, o som criado pela Fiat fez toda a diferença no caótico trânsito paulistano. No início é preciso entender a lógica dos comandos. Mas depois fica fácil operar. Agora, o próximo passo é fazer a seleção musical e cair na estrada!

03/09/2010 | 19:14
Canal de Alta Rodagem

A pedidos, os ruídos em detalhes

Autor: Diogo de Oliveira
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Dentro do roteiro democrático que rege a coluna Alta Rodagem, vamos hoje a mais um aspecto importante (questionado pelo internauta Junior Fragnan) sobre o Novo Uno. O tema é isolamento acústico. Muitos aqui sabem que todo carro tem camadas e camadas de materiais (tecidos, plásticos, estofados...) colocados especificamente para abafar os ruídos de arrasto aerodinâmico, do contato pneu-suspensão-piso ou mesmo o emitido pelo motor. E quanto mais refinado (e caro) o veículo é, maior costuma ser a eficiência do isolamento desses ruídos. Só que nos compactos, sobretudo os de entrada como o Novo Uno, acontece o oposto: essas camadas são mais modestas.

Ainda assim, há modelos populares cujo isolamento tem grande eficiência. Esse é e não é o caso do Novo Uno. Isso porque o resultado muda radicalmente de uma versão para outra. Na versão Vivace, que inaugura nossa coluna de longa duração, o subcompacto é equipado com o motor 1.0 EVO flex e o isolamento (até aqui) se mostrou competente. O ronco do motor não chega a incomodar os ouvidos. Claro que se condutor mantiver o bloco trabalhando com giros altos, a “gritaria” será maior. Mas o nível de ruídos no modelo com motor 1.4 EVO flex é razoavelmente maior. É um ponto em que o Novo Uno pode evoluir, nos dois casos.

31/08/2010 | 20:33
Canal de Alta Rodagem

Enfim, a primeira polêmica

Autor: Diogo de Oliveira
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Olá internautas! Neste terceiro post vamos apimentar o teste de longa duração do Novo Uno na coluna Alta Rodagem. Escolhemos um tema requisitado por vocês: o câmbio da Fiat. Mas antes de avaliar a transmissão manual da nova geração do subcompacto, é fundamental perceber que a caixa tem uma calibração diferente da do veterano Mille Economy. Até porque os motores também mudam. O Novo Uno usa o renovado bloco 1.0 EVO flex de 75 cv com álcool, enquanto o propulsor do Mille é o 1.0 Fire flex antigo, de 66 cv de potência. Ou seja, apesar dos rendimentos próximos, não seria justo comparar as respostas ao acelerador do novo e do velho Uno.

Nesses primeiros dias ao volante do carrinho, confesso que o câmbio foi uma das melhores surpresas. Infelizmente, alguns defeitos clássicos, como a falta de precisão no acoplamento das marchas em certas ocasiões, ainda persistem. Mas os engates estão mais suaves – ou menos esponjosos, digamos. E o engate da marcha ré, que costumava “arranhar” os dentes com freqüência, também está bem melhor. Um ponto positivo é a posição mais elevada da alavanca, que fica próxima ao volante e beneficia a ergonomia. O pomo bojudo também agrada, com ótima pega. E o escalonamento ficou justinho, com boas respostas para um carro “mil”. Nesse ponto, o Uno evoluiu.

31/08/2010 | 11:28
Canal de Alta Rodagem

Jeitinho pop de ser

Autor: Diogo de Oliveira
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No post de estreia do canal Alta Rodagem, constatamos que o Novo Uno tem presença nas ruas. O carrinho faz mesmo muito sucesso, sobretudo porque – além de moderno – é um modelo acessível à maioria dos brasileiros. Mas depois das primeiras voltas com o sucessor do popular Mille, bateu a curiosidade. Demos uma olhada em todos os detalhes (internos e externos), até para nos familiarizarmos melhor com o subcompacto. E o que mais nos chamou a atenção foi o espaço interno, combinado ao nível de acabamento. Diferente do veterano Uno, a nova geração foi desenhada de fora para dentro, com enfoque no estilo. Mas o trabalho foi caprichado.

O espaço interno é realmente amplo para as dimensões reduzidas do Novo Uno. Há bom espaço para pernas e cabeças na frente e atrás. Mas toda aquela basiquês que sempre caracterizou o popular continua lá. O ambiente está apenas mais jovial e bem tratado. Painel, portas e consoles são de plástico rígido. O desenho está mais atraente, é fato. Mas digamos que o Novo Uno continua com aquele jeitinho “pop” que grande parte dos brasileiros conhece bem. É pequenino, espaçoso, prático... e básico ao extremo. A versão de entrada Vivace veio com uma penca de opcionais, como os airbags e sistema ABS. Mas o ar-condicionado ficou de fora. Ainda bem que estamos no inverno!

30/08/2010 | 18:05
Canal de Alta Rodagem

Dia de celebridade instantânea

Autor: Diogo de Oliveira
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Se o leitor acha que só os carrões de luxo ou superesportivos chamam a atenção nas ruas brasileiras, está enganado. Para a estreia do canal Alta Rodagem do Carsale, onde faremos testes de longa duração, escolhemos a nova geração do subcompacto popular Uno, o mais importante lançamento da Fiat brasileira nos últimos anos. E já nas primeiras voltas a bordo do modelo, podemos decretar: sim, o carrinho de entrada é quase uma celebridade! O Novo Uno atraiu diversos olhares pelas ruas da capital paulista, com seu desenho e estilo moderninhos. Tudo bem que a chamativa cor “Amarelo Citrus” do modelo de teste ajudou um bocado.

Para nos aproximarmos ao máximo do significado da palavra “popular”, escolhemos a versão básica Vivace 1.0 EVO flex, com carroceria de quatro portas e preço inicial de R$ 27.590. O bloco “mil” é acoplado ao câmbio manual de cinco marchas e produz bons 75 cv de potência, além de 9,9 kgfm de torque aos 3.850 rpm (ambos com álcool). E logo na saída, um fato inusitado chamou a atenção. Enquanto este repórter aguardava o semáforo abrir, um senhor que andava pela rua olhou, olhou mais um pouco o carro e fez apenas uma simples pergunta: “Ele é tão bom quanto o antigo?”. Eu respondi: “É o que vamos conferir nas próximas semanas!”.

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