O verão europeu vai chegando e os fabricantes começam a apresentar os conversíveis da nova temporada. Dessa vez é a Mini que mostra os modelos One e Cooper, mais duas novidades que estarão no Salão de Genebra (Suíça), em março. Ambos chegam três anos depois do lançamento da bem sucedida nova geração do Mini. Até o fim do ano, o novo conversível ganhará a versão Cooper S, equipada com motor sobrealimentado.
Pelas cores exclusivas e chamativas da carroceria (laranja ou azul metálico) já fica claro que o público-alvo da Mini são os jovens. Para ficar de acordo com o estilo jovial, a capota de tecido poder ser preta, azul ou verde, apenas no caso da versão Cooper. Além disso, o acionamento elétrico é feito em dois estágios. No primeiro, a cobertura deixa um vão de 40 centímetros, como se fosse um teto-solar. Apertando o botão novamente a capota é totalmente recolhida e fica alojada atrás dos bancos traseiros. A operação dura apenas 15 segundos.
A tampa do porta-malas é outra diferença em relação à versão hatch do Mini. Ao invés de ser aberta para cima a abertura é basculante (como em uma picape) e presa por cabos de aço e molas a gás. Isso permite usá-la como apoio ou banco, já que suporta até 80 kg de peso. No porta-malas vão 165 litros de bagagem com a capota fechada e 120 litros com a cobertura recolhida. Se os encostos dos bancos traseiros forem rebatidos, o conversível ganha ainda mais espaço. Passa a levar até 605 litros.
Os motores e sistemas de transmissão são os mesmos das versões com capota rígida. O Mini One vem com o 1.6 Tritec de 90 cavalos, potência que sobe para 116 cv no caso do Cooper. O primeiro leva o Mini de 0 a 100 km/h em 11,8 segundos e a 175 km/h. O outro tem potência suficiente para acelerar de 0 a 100 km/h em 9,8 segundos e atingir 193 km/h. Ambos os propulsores são fabricados no Paraná, a única ligação desse novo modelo com o Brasil, já que vê-lo por aqui está fora de cogitação.