A Ford apresentou na Austrália mais uma atualização visual, além de novidades mecânicas e de conteúdo, para a Ranger e o SUV Everest comercializados na Ásia e Oceania. Os discretos retoques estéticos estão concentrados na dianteira, que ganhou grade e para-choque redesenhados – e faróis de xenônio nas versões mais caras.

A principal mudança está sob o capô com a oferta de um novo motor a diesel de quatro cilindros 2.0 biturbo, conectado ao câmbio automático de 10 marchas que estreou no Mustang. O propulsor, que entrega 213 cv de potência e 50,9 kgfm de torque, tem consumo médio de 14,5 km/l, segundo a Ford.

Com exceção das versões XLT e Wildtrak, a Ranger continuará sendo oferecida na Austrália com as motorizações turbodiesel 2.2 de 160 cv e 3.2 de cinco cilindros e 200 cv.

Tanto a picape quanto o SUV receberam melhorias na direção elétrica e na geometria das suspensões para favorecer a dirigibilidade e o conforto dos ocupantes.

Em termos de equipamentos de conforto e conveniência, ambos passam a contar com o sistema de entretenimento SYNC 3 com navegação GPS e compatibilidade com smartphones Apple e Android. O Everest ganhou ainda o assistente de estacionamento automático, frenagem autônoma de emergência com detecção de pedestres e abertura elétrica da tampa do porta-malas ao passar o pé sob o para-choque traseiro.

Fabricado sobre o chassi da Ranger, o Everest chegou a ser cogitado no Brasil para concorrer com o Chevrolet Trailblazer e Toyota SW4. No entanto, a Ford preferiu apostar no Edge como o SUV grande da marca no país.

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