Eles são veículos capazes de enfrentar disparos de armas poderosas, passar por áreas alagadas e terrenos de difícil acesso. Essas são algumas das características dos superveículos exclusivos da frota das Forças Armadas. É possível encontrá-los na forma de jipes de combate, tanques, caminhões para transporte de tropas e equipamentos, além de modelos anfíbios.

Para garantir que eles sejam suficientemente resistentes para encarar qualquer tipo de situação, os veículos das Forças Armadas contam com blindagens especiais, altura elevada em relação ao solo, sistema de tração robusto, entre outras particularidades. Confira abaixo quatro características curiosas desses modelos que só podem ser conduzidos por oficiais treinados e que possuam Certificado de Habilitação Militar válido.

Terra, água, noite e dia

Versáteis, os veículos das Forças Armadas, além de serem capazes de enfrentar terrenos de difícil acesso, também têm características anfíbias, o que faz com que eles possam navegar em rios e lagos. Equipamentos de visão noturna também fazem parte dos itens desses superveículos. Além disso, possuem estrutura para suportar armamento pesado, como canhões e metralhadoras de apoio aos militares.

À prova de bala

Os veículos das Forças Armadas são blindados para proteger os ocupantes de disparos de armas poderosas. Por isso, sua proteção balística deve reter até granadas e tiros de fuzil. Vale ressaltar que esse tipo de blindagem não é oferecido para veículos de uso civil, que podem receber proteção máxima nível IIIA para balas de até calibre .44.

Até oito eixos

Você não leu errado, os veículos das Forças Armadas podem ter até oito eixos. Inclusive, muitos caminhões contam com sistema de tração em todas as rodas, algo que faz com que eles possam enfrentar todo tipo de terreno, incluindo obstáculos como alagamentos, lama e areia.

Sem ABS e Airbags

A legislação informa que esses veículos são isentos da obrigatoriedade de sistemas como airbags e freios ABS, por exemplo. O controle de estabilidade é outro item não obrigatório em veículos de uso bélico.

Foto: Divulgação
Da redação, com informações do Cesvi Brasil