Conforme mostrado pelo Carsale na última segunda-feira (16), a reestilização da sexta geração do Ford Mustang vem acompanhada de novidades de conteúdo e mudanças nas motorizações. O pony car aposenta o V6 de 3.7 litros para ser oferecido apenas com o quatro-cilindros 2.3 turbo da família EcoBoost e o 5.0 V8 aspirado nas versões mais caras. A Ford diz que os motores receberam melhorias, mas ainda não revelou os números de potência e torque – atualmente, o 2.3 EcoBoost gera 308 cv e o V8 entrega 441 cv.

Nas configurações equipadas com o “vê-oitão”, o Mustang 2018 passa a ser equipado com uma nova transmissão automática de 10 marchas (a antiga caixa tinha seis). As variantes com câmbio manual de seis velocidades ganharam embreagem de duplo disco para otimizar as trocas. As melhorias mecânicas também foram estendidas às suspensões, reforçadas com novas juntas, barra estabilizadoras e podem receber amortecedores magnéticos adaptativos MagneRide na versão GT V8.

No interior do pony car, a mudança mais motável é o novo painel de instrumentos digital, semelhante ao dos carros da Audi. A tela de TFT de 12 polegadas pode ser configurada pelo motorista para mostrar diversos tipos de ajustes e informações. A central multimídia Sync 3 é compatível com smartphones por meio do sistema Apple Car Play e possui comando por voz, entre outros recursos.

Entre os equipamentos de segurança das versões mais caras estão o sistema de frenagem autônoma, piloto automático adaptativo, alertas de colisão frontal, de permanência em faixa e ponto cego.

A Ford confirmou a venda do Mustang no Brasil durante o Salão do Automóvel de São Paulo, porém, ainda não definiu a data de lançamento e se o modelo estará disponível em todas as concessionárias do país. O esportivo chegará com preço na faixa dos R$ 300 mil para, enfim, rivalizar com o Chevrolet Camaro no país.

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