Os motores Firefly sempre foram tratados como globais. Prova disso é que os blocos feitos no Brasil fazem parte da família GSE, Global Small Engine (Pequenos Motores Globais, em tradução livre). Agora, a marca pretende fabricar os novos motores da Europa.

Concebidos para demandas brasileiras, especialmente baixo consumo e manutenção simples, os motores 1.0 três cilindros e 1.3 quatro cilindros vão cumprindo bem essa missão. Prova disso é a quebra do recorde no ranking Carsale-Mauá, com o Mobi Drive. As melhorias também foram vistas na linha Uno.

Agora, a FCA irá investir 250 milhões de euros para adaptar as instalações de Bielsko-Biala, na Polônia, com objetivo de fabricar a família Firefly a partir de 2018. Atualmente, a planta é responsável pela produção dos motores 0.9 de dois cilindros e 1.3 Multijet, a diesel. Vale lembar que os dois blocos compartilham vários componentes, o que reduz os custos.

Segundo a imprensa internacional, os motores de origem brasileira serão responsáveis por aposentar os motores 1.2 8V de 69 cv e 1.4 16V de 95 cv usados pelos Fiat 500, Pnada, Punto e 500L. Vale lembar que o novo 1.0 Firefly de três cilindros gera 72 cv, enquanto o 1.3 de quatro cilindros rende 101 cv, ambos quando abastecidos com gasolina.