Por ora, a frota do programa é formada por sete unidades do médio Cruze de primeira geração, disponíveis aos usuários 24 horas por dia. Os carros podem ser reservados por meio de um aplicativo para smartphones (por enquanto restrito aos colaboradores da General Motors).

O usuário seleciona o período e o carro disponíveis. No horário escolhido, ele vai até o veículo e destrava as portas no próprio aplicativo (o comando demora cerca de 20 segundos, dependendo da conexão da internet) – a chave do tipo presencial fica dentro do veículo. Para o Maven funcionar, é necessário o carro possuir o sistema de concierge OnStar, responsável por gerenciar os comandos do aplicativo.

Por ainda estar em fase de aperfeiçoamento, o programa exige que o carro seja devolvido no mesmo local onde foi retirado para que o sistema encerre a cobrança. Há vagas demarcadas dentro e fora da fábrica da GM. Após estacionar o veículo, basta travar as portas e finalizar a reserva pelo aplicativo, que é bem fácil de usar.

O Maven custa R$ 35 por hora ou R$ 210 pelo período de 24 horas – a partir da sexta hora já é contabilizada uma diária. O valor inclui o combustível (os carros são entregues com pelo menos meio tanque), lavagem e seguro. Gastos adicionais de abastecimento e multas são de responsabilidade do usuário – que em caso de acidente tem de pagar a franquia do seguro. O programa não tem taxa de adesão e é cobrado diretamente na folha de pagamento do funcionário.

O uso do carro é livre, sem restrições de perímetro e/ou quilometragem.
Quando estiver disponível ao público, o Maven será cobrado por meio do cartão de crédito. Os valores serão definidos de acordo com os modelos a serem definidos pela empresa (o Onix deverá custar cerca de R$ 25 a hora).