A McLaren está comemorando os 24 anos do lançamento do F1, um dos superesportivos mais emblemáticos de todos os tempos. O modelo é considerado um ícone da história automobilística mundial por ter sido concebido com a tecnologia utilizada nos carros de Fórmula 1 do começo da década de 1990.

Como os carros da principal categoria do automobilismo, o F1 utilizava estrutura monocoque de fibra de carbono para reduzir o peso e favorecer a dinâmica nas pistas. Além disso, ele era equipado com amortecedores Bilstein, freios Brembo e pneus Goodyear de alto desempenho, capazes de suportar velocidades superiores a 322 km/h. Uma de suas peculiaridades era a cabine de três lugares com o banco do motorista centralizado como em um carro de corrida.

Diferentemente dos supercarros atuais, dotados de turbocompressores e até mesmo de propulsão híbrida, o F1 leva sobre o eixo traseiro um bloco V12 de 6.1 litros aspirado desenvolvido pela BMW Motorsport. O propulsor gerava ótimos 627 cv de potência e era conectado a uma caixa manual de seis marchas. Esse conjunto levava o superesportivo à velocidade máxima próxima dos 390 km/h. Outra particularidade do F1 era o isolamento térmico do motor feito de ouro.

Como apenas 106 unidades do F1 foram produzidas entre 1992 e 1998, um exemplar pode chegar a custar até US$ 10 milhões (cerca de R$ 35,2 milhões em conversão direta) nos dias atuais.

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