Após a Bugatti divulgar de maneira oficial o Chiron, o designer X-Tomi não perdeu tempo e imaginou como ficaria uma versão conversível do modelo. A variante foi batizada de Grand Sport Roadster, tal como seu antecessor Veyron.

Vale lembrar que o Chiron tem produção limitada a 500 unidades (150 delas já encomendadas). O hipercarro da marca francesa manteve o motor central-traseiro de dezesseis cilindros posicionados em W de 8.0 litros sobrealimentado com quatro turbocompressores, porém, aprimorado para gerar 1.521 cv de potência e absurdos 163 kgfm de torque entre 2.000 e 6.000 rpm. O câmbio DSG automatizado de sete marchas e dupla embreagem gerencia toda essa força às quatro rodas por meio do sistema de tração integral.

Segundo a Bugatti, o Chiron acelera de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos e atingir a velocidade máxima de 420 km/h (limitada eletronicamente).

Além da parte mecânica, a estrutura de fibra de carbono do hipercarro recebeu diversas melhorias em relação ao Veyron. O modelo de 1.995 quilos é dotado de chassi adaptativo com cinco tipos de ajustes, que variam de acordo com o piso.

Diferentemente do Veyron, cuja troca de pneus era extremamente cara e complexa (era necessário enviar o carro até a fábrica, na França, para substituir o conjunto), o Chiron é equipado com um jogo da marca Michelin que são mais baratos e fáceis de insalar, segundo a Bugatti. Os novos pneus calçam enormes rodas de 20 polegadas na dianteira e 21 polegadas na traseira.

O Chiron começa a ser produzido no segundo semestre, mas já tem preço sugerido: US$ 2,6 milhões (cerca de R$ 10,3 milhões em conversão direta). Esse valor inclui um jogo de malas e sapatos exclusivos da marca.

Fotos: Divulgação e X-Tomi