Sucesso de vendas na Europa (recebeu mais de 95 mil encomendas em três meses de mercado), a nova geração do Hyundai Tucson acaba de ganhar o sexto conjunto mecânico naquele continente. A marca coreana apresenta no Salão de Genebra o SUV equipado com um motor de quatro cilindros de 1.7 litro turbodiesel e câmbio automatizado de sete marchas e dupla embreagem.

Capaz de gerar 141 cv de potência a 4.000 rpm e 35 kgfm de torque entre 1.750 e 2.500 rpm, o propulsor – auxiliado pelo sistema start/stop – tem números de consumo e emissões até 20% inferiores do que se estivesse associado ao câmbio automático de seis marchas convencional.

A Hyundai revela médias de consumo bastante otimistas: 18,5 km/l na cidade, 21,2 km/l na estrada e 20,4 km/l em ciclo combinado. As emissões são de 129 gramas de dióxido de carbono a cada quilômetro rodado.

Já os dados de fábrica informam que o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 11,5 segundos e atinge a velocidade máxima de 185 km/h.

Além dessa motorização, o Tucson vendido na Europa é oferecido com dois motores 1.6 a gasolina de 132 cv (aspirado) e 175 cv (turbo), além das variantes a diesel de 1.7 litro de 115 cv, 2.0 de 136 cv e 2.0 de 186 cv.

O motor 1.6 turbo é oferecido com câmbio manual de seis marchas ou automatizado de sete marchas e dupla embreagem. Esse propulsor e os 2.0 a diesel podem ser associados ao sistema de tração integral, que distribui até 40% do torque para as rodas traseiras, de acordo com a demanda, ou 50% da força do motor para cada eixo caso o bloqueio de diferencial seja ativado.

A versão europeia do novo Tucson é produzida na República Tcheca. Caso venha para o Brasil (rumores afirmam que o modelo chega ao país ainda neste ano), o SUV deverá ser importado da Coreia do Sul.

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