A gama de cores do Ford GT está sendo revelada, aos poucos. Se em sua primeira apresentação, em janeiro deste ano no Salão de Detroit (EUA), a cor era azul, agora, durante o Salão do Automóvel de Dubai, nos Emirados Árabes, a empresa apresentou uma unidade vermelha com faixas brancas, lembrando a pintura icônica da antiga geração.

O superesportivo foi apresentado pela estrela de rally Ken Block ao Sheikh Hamdan, príncipe herdeiro de Dubai. Essa é uma parte da estratégia da Ford em introduzir ao menos 30 novos modelos no Oriente Médio e norte da África até 2020.

O Ford GT terá produção limitada de 250 unidades por ano e menos de 4.000 carros no total, ou seja, ficará mais exclusivo que o antecessor. O esportivo chegará ao mercado europeu com uma proposta ousada entre os supercarros: ficar posicionado na mesma faixa de preços de modelos como o Lamborghini Aventador, por exemplo – o bólido italiano custa entre US$ 350 mil (cerca de R$ 1 milhão) e US$ 400 mil (R$ 1,2 milhão).

O novo GT é movido por um motor EcoBoost de 3.5 litros V6 biturbo que gera mais de 700 cv de potência. A Ford o descreve como “um supercarro de alto desempenho”. O superesportivo conta com transmissão automatizada de sete velocidades e dupla embreagem, capaz de realizar trocas de marcha “quase instantaneamente”, segundo a fabricante.