No período pós-guerra a Europa precisava economizar. E muito. Os microcarros foram lançados na década de 50, após um período de reconstrução, e logo se tornaram bastante populares. Eles eram pequenos, econômicos e resistentes. Já mostrei aqui na coluna, inclusive, o BMW Isetta 600, capaz de inacreditáveis 22 km/l.

Nesse contexto o 500 chegou às lojas. Além de tudo que foi dito, ele utiliza um motor de 499 cm³ e 18 cv — o charmoso italianinho tem carisma de sobra e um desenho cheio de personalidade. Andando pela rua não faltam sorrisos e acenos de mão.


A primeira marcha não é sincronizada, mas isso não é um problema. O pequeno tem desenvoltura e a caixa de câmbio funciona com perfeição. Ponto positivo para os projetistas, que conseguiram criar algo que resiste ao tempo e continua mais atual do que nunca.

Garagem do Bellote TV: Fiat 500