Sergio Marchionne, presidente-executivo da FCA (Fiat Chrysler Automobiles), não está disposto a desistir de consolidar uma fusão com a rival General Motors. Mesmo após a fabricante norte-americana ter rejeitado a proposta do grupo FCA no início deste ano, o executivo segue ressaltando as vantagens da criação de uma companhia que pode gerar um caixa de U$S 30 bilhões por ano.

Em entrevista publicada no site Automotive News, Marchionne afirma que já se ofereceu para encontrar com executivos da GM e expor a sua proposta, mas não houve um retorno positivo. Conhecido por suas declarações polêmicas, o chefão do grupo FCA não deixou de enfatizar que ainda não conseguiu se encontrar com a Mary Barra, CEO da GM, para tratar da fusão. “Não estou paquerando a Mary, que fique claro, mas tentei vê-la”, comenta.

Vale lembrar que, segundo reportagem do The New York Times, a própria Mary já teria descartado a fusão em maio deste ano.

Ainda de acordo com entrevista do Automotive News, Marchionne afirmou que “seria irracional não forçar essa parceria”. Rumores dão conta de que o executivo está atualmente apostando em contato com os investidores da GM com o objetivo de convencer o Conselho da empresa a partir para negociações.

Segundo o chefão da FCA, existem outras companhias que se mostraram interessadas em uniões. Embora tenha potenciais parceiros, o executivo segue reafirmando que GM continua sendo a melhor opção. “Eu não estou interessado em fazer negócios com eles … porque há um acordo melhor”, afirma.

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