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Os motoristas brasileiros, assim como os chineses e russos, se sentem mais felizes ao volante do que os alemães, americanos e britânicos. Em números, isso quer dizer que 62% dos brasileiros estão satisfeitos em relação à direção. Os dados fora obtidos por meio de um estudo chamado Carros Conectados feito pela GFK com 5.800 consumidores de seis mercados: Brasil, Alemanha, China, Rússia, Reino Unido e EUA. A pesquisa buscou revelar dados de como será o futuro para consumidores, fabricantes de automóveis e a cadeia de abastecimento mais ampla da indústria automobilística.

Mesmo estando satisfeitos, os brasileiros afirmaram que segurança e proteção do carro estão entre os pontos criticados. Menos da metade dos entrevistados (46%) disseram que a segurança do carro ou roubo é a principal preocupação, seguido por envolvimento em acidente (42%) e direção perigosa ou agressiva (32%). Além disso, o valor da gasolina e óleo (32%) e ficar preso no trânsito (32%) também aflige os brasileiros.

Já quando o assunto é o que esperar de um carro conectado, os brasileiros mencionam que eficiência do combustível é o que eles consideram mais importante nesse tipo de veículo, seguido pelo custo benefício, durabilidade, proteção, segurança e prevenção de acidentes (amplie o gráfico abaixo para melhor visualização).

 

Questionados sobre a importância de quatro pontos – Segurança, Satisfação, Bem-estar e Liberdade – o Brasil foi único mercado em que Liberdade e Bem-estar receberam tanta importância quanto Segurança e Liberdade.

Dos sete novos conceitos oferecidos pelo carro conectado, motoristas brasileiros classificam “Ultra Seguro” como o mais importante (um carro que se conecta com outros carros e integra câmeras de segurança).