robber and the thief in a mask hijacks the car

De acordo com um estudo feito pelo Grupo Tracker (empresa especializada em rastreamento de veículos), 68,84% das ocorrências registradas em 2014 foram casos de roubo, ou seja, quando há algum tipo de violência ou ameaça, geralmente feita com arma de fogo. Os demais 31,16% foram casos de furto. Todos os segmentos (carros, caminhões e motocicletas) foram analisados na pesquisa.

“Os veículos mais novos saem de fábrica com recursos de segurança para dificultar a ação dos criminosos que, por sua vez, acabam abordando diretamente os motoristas para evitar esses dispositivos que são acionados quando o carro está estacionado”, explica Ronaldo Megda, vice-presidente do Grupo Tracker.

Segundo a empresa, o índice de recuperação nos casos de roubo é 15,44% maior do que nos casos de furto. “Muitas vezes o proprietário só percebe que o seu carro foi furtado horas depois de tê-lo estacionado em um local. Esse tempo perdido é precioso, pois equipes especializadas em desmanche de veículos conseguem desmontar um automóvel inteiro em cerca de uma hora. Quando a empresa é acionada em até uma hora após a ocorrência, nossos índices de recuperação passam os 90%”, diz Carlos Alberto Betancur Ruiz, diretor de Operações da empresa de rastreamento.

O mesmo levantamento revelou ainda que a cidade de São Paulo é a com a maior incidência de roubo e furto no Brasil, seguida por Rio de Janeiro (RJ), Santo André (SP), Porto Alegre (RS), São Bernardo do Campo (SP), Curitiba (PR), Guarulhos (SP), Diadema (SP), Osasco (SP) e Goiânia (GO).