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Quase dez anos depois de apresentar aquele que se tornaria uma das principais referências entre os supercarros, a Bugatti já prepara a despedida do Veyron. Apesar de não ter vendido todas as 450 unidades do modelo que prometera produzir, a marca planeja celebrar o adeus ao superesportivo durante o Salão de Genebra, que ocorre entre os dias 5 e 15 de março, na Suíça. Oito exemplares do Veyron ainda estão disponíveis para venda.

Durante uma entrevista concedida ao site da revista alemã Auto Motor und Sport, o CEO da Bugatti, Wolfgang Dürheimer, afirmou que o substituto do Veyron pode demorar a ser lançado. “Os clientes da Bugatti veem os nossos carros como obras de arte e sabem que obras de arte demoram a ficar prontas”.

O Veyron entrou para a história automobilística por ser superlativo em todos os quesitos. Custando cifras milionárias, o supercarro é capaz de romper a barreira dos 400 km/h graças ao poderoso motor de 8.0 litros de capacidade de deslocamento de 16 cilindros dispostos em W. O propulsor é dotado de quatro turbocompressores e cinco radiadores (três para resfriar o motor, um para o óleo e outro para transmissão e diferencial). Os 1.014 cv de potência e os 127,5 kgfm de torque são transmitidos às quatro rodas por meio do sistema de tração integral, que trabalha em conjunto com uma caixa automatizada de sete marchas e dupla embreagem.

Uma unidade do Veyron na cor branca chegou a ser exposta no Salão do Automóvel de São Paulo de 2010. O modelo chegou a ter o preço cogitado em R$ 8 milhões para o mercado brasileiro.