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Apesar de toda a renovação de estilo, da melhora no acabamento e da oferta de novos equipamentos, o Sandero Stepway deixou de evoluir em um quesito nessa nova geração: o motor. O modelo manteve o bloco de 1.6 litro de oito válvulas utilizado desde 2012 e perdeu a chance de trazer de volta o propulsor 1.6 com cabeçote de 16 válvulas – ou até mesmo introduzir uma motorização mais moderna, com sistema de partida frio que elimina a necessidade do tanquinho auxiliar de gasolina.

O motor atual desenvolve 98 cv de potência quando abastecido com gasolina e 106 cv com etanol (a 5.500 rpm). O torque máximo é de 14,5 kgfm com o combustível fóssil e 15,5 kgfm (a 2.850 giros) com o derivado de cana-de-açúcar. Já o propulsor anterior gerava 110/115 cv (gasolina/etanol) a 5.750 rpm e 15,1/15,5 kgfm a 3.750.

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Apesar das pequenas diferenças de números entre os dois motores, o propulsor de 16 válvulas garantia um comportamento mais “esperto” ao Sandero Stepway da geração anterior em situações de estrada. O modelo era um pouco mais rápido em retomadas e passava mais confiança ao condutor em ultrapassagens pelo fato de o motor entregar mais potência e torque a giros mais elevados.

Desde 2012, o Sandero Stepway passou a contar com o propulsor de 16 válvulas somente quando era equipado com o câmbio automático de quatro marchas. Para a utilização da nova caixa automatizada de cinco velocidades, oferecida como opcional para o modelo 2015, não foi necessária a adoção de uma motorização diferente.

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