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A General Motors anunciou a chegada do hatchback Sonic Effect ao mercado argentino. A versão chega ao mercado vizinho apenas três meses depois de ser retirada de linha no Brasil. O curioso é que a estratégia é a mesma adotada por aqui: tentar alavancar as vendas do modelo.

Em 2014, o modelo fabricado no México vendeu 2.726 unidades na Argentina, ocupando a 43º posição entre os mais vendidos em 2014, e a chegada da configuração não deverá provocar grande impacto, uma vez que o preço sugerido de 226 mil pesos (cerca de R$ 75 mil) não é muito convidativo em um mercado que sofre com os altos tributos impostos pelo governo local. Por aqui, o Sonic Effect era vendido na casa dos R$ 60 mil. De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o hatch vendeu 4.623 unidades durante todo o ano passado.

Baseado na versão topo de gama LTZ (119 mil pesos), o Sonic Effect leva o motor Ecotec de 1.6 litro de 16 válvulas movido a gasolina de 115 cv de potência a 6 mil rpm – o propulsor atingia até 120 cv quando abastecido com etanol na versão que era vendida no Brasil. O comprador do Sonic Effect leva um carro com adesivos nas laterais, teto, capô e traseira, tampa do tanque de combustível com aplique plástico que imita metal, rodas de liga leve de 16 polegadas, capas dos espelhos retrovisores na cor preta e soleira das portas em alumínio. Já a lista de itens de série é idêntica a da versão LTZ: airbags frontais, freios com ABS (anti-travamento) e EBD (distribuidor de frenagem), volante multifuncional com comandos do sistema multimídia MyLink e do controle de cruzeiro, computador de bordo, bancos revestidos em couro, faróis de neblina, entre outros equipamentos.