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Preservar ou restaurar? Essa era a pergunta que o Museu Nacional do Corvette enfrentava, desde o acidente que afetou todo o prédio em fevereiro deste ano.

Durante certo tempo, os diretores do museu planejavam manter pelo menos parte do buraco aberto, como uma espécie de memorial e atração turística, para que os visitantes pudessem ver o que aconteceu. Porém, manter o buraco aberto, custaria mais do que fechá-lo. Além do custo, toda uma estrutura teria de ser criada para manter o buraco estável.

A dúvida entre restauração e preservação também se aplicava aos modelos danificados. Inicialmente a General Motors pretendia restaurar os oito Corvettes, mas após uma onda de pedidos dos fãs, tanto a montadora, quanto o museu, resolveram manter cinco veículos nas condições que ficaram após o acidente.

Por fim, a GM irá restaurar o protótipo 2009 ZR1 “Bleu Devil” e um C4 conversível, de 1992, que marca o milionésimo Corvette já produzido. Além desses, irá financiar a restauração do modelo 62.