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A General Motors do Brasil está comemorando os 40 anos do Campo de Provas da Cruz Alta (CPCA), que continua sendo o maior do hemisfério sul e um dos mais modernos do mundo em sua categoria. Localizado em Indaiatuba (SP), o complexo conta com sete laboratórios tecnológicos e 16 tipos de pistas de teste, distribuídos em uma área equivalente a 160 mil campos de futebol.

Com mais de 600 profissionais, o CPCA utiliza toda essa estrutura para desenvolver veículos resistentes às mais variadas condições de pavimento, clima e tráfego, que influem na vida útil do veículo.

O circuito que mais desperta curiosidade é a Pista Circular, parecida com as tradicionais pistas da Nascar. Com 4,3 km de extensão e uma inclinação que chega a 56 graus, a pista simula uma reta infinita. Rodando até 160 km/h, o carro contorna o traçado sem que o motorista precise girar o volante. Entre os testes feitos ali, estão os de arrefecimento do motor, consumo de combustível e velocidade máxima.

Porém, antes de ir para as pistas, cada uma das 4 mil peças de um automóvel são testadas. São testes simples, porém fundamentais. Como o fecho do cinto de segurança, que é testado por robôs inúmeras vezes para certificar que nunca falhará. Só depois de aprovadas, as peças vão para a fabricação em série.

No CPCA os veículos também passam por testes de impacto. Nestes são usados bonecos especiais, conhecidos como dummies, que chegam a custar mais de R$ 1,2 milhão. Porém são essenciais, uma vez que ele possuem sensores capazes de medir com precisão a gravidade de lesões provocadas em acidentes.

O segundo maior campos de provas da GM no mundo, atrás apenas das pistas de Milford, nos Estados Unidos, o CPCA também presta serviços de testes a filiais internacionais e outras marcas da companhia, como a Cadillac. O centro ainda trabalhou nas versões tailandesa e australiana da Trailblazer e da S10, além dos modelos Spin e Cobalt que são produzidos na Indonésia e no Uzbequistão para o mercado russo.