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Com a chegada do inverno e das temperaturas mais baixas, um equipamento do carro que estava esquecido volta a ser utilizado: o ar quente. Mas para não ter problemas é necessário fazer a manutenção do sistema durante todo o ano.

O ar quente funciona, basicamente, como um captador do calor gerado pelo motor e, por meio de dutos, um radiador próprio e um ventilador, aquece o interior do veículo. Através desse radiador passa a água quente do motor e aquece o ar, que é lançado dentro do veículo pelo ventilador. Por isso, o ar quente só funciona depois que o veículo atinge sua temperatura normal de trabalho.

Depois de muito tempo sem utilizar o sistema, pode ser que o motorista sinta um cheiro diferente no interior do carro. Isso o é sinal de que as coisas não estão tão bem. Além de pó acumulado nos dutos, existe a possibilidade da proliferação de fungos e bactérias, o que pode ser prejudicial à saúde dos ocupantes.

Como a água utilizada no aquecimento é oriunda do arrefecimento do veículo, é necessário que a água, junto com o fluido especifico, seja trocada de acordo com as especificações do manual do usuário. Em média, a troca deve ser realizada a cada 30 mil quilômetros. Evitando corrosão e prolongando o tempo de vida útil do sistema. Além disso, é necessária a limpeza dos dutos de ventilação, ao menos uma vez por ano. Dessa maneira, fungos e bactérias, além de qualquer partícula, são retirados, garantindo a saúde dos passageiros. A troca do líquido de arrefecimento e verificação de vazamentos, custa em média R$ 150.

Um alerta importante: é necessário usar o sistema de ar quente com frequência, mesmo no calor. O ideal é ligar uma vez por semana, assim evita o acúmulo de pó e um possível entupimento dos dutos. A falta de uso pode danificar as peças.