Alguns slogans ficam marcados na mente dos consumidores. É assim com diversos tipos de produtos, desde alimentos até esponjas de aço. Quando falamos de automóveis a máxima também se aplica. E com muita efetividade.

Esse foi o caso do Omega CD, o modelo europeu da Chevrolet que teve como missão substituir o amado Opala. E fez isso com tanto sucesso que hoje tem seu próprio secto de seguidores e admiradores.

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Na época a marca utilizou um único adjetivo para definir suas qualidades: absoluto. E isso fica claro quando andamos em um exemplar como esse da matéria, em estado excepcional de conservação, com todos os opcionais que o dinheiro podia comprar, entre eles o painel digital.

A primeira versão utilizava o motor de seis cilindros em linha, 3 litros e 165 cv, com torque de 23,4 kgfm. A transmissão automática casa bem com o propulsor, com números de desempenho bastante atuais: 0 a 100 km/h em 9,5 segundos e velocidade máxima de 210 km/h.
 

A Chevrolet mais tarde substituiu o motor alemão pelo conhecido 4.1. Em breve traremos a avaliação completa dessa versão. Afinal, tive que concordar com o predicado escolhido pela marca. E o leitor, o que acha?