Por conta da demanda de clientes, pacote esportivo dos modelos hatch, conversível, cupê e roadster será oferecido apenas com transmissão automática

MINI John Cooper Works deixa o câmbio manual e oferece diversão a partir de R$ 136.950

A MINI apresentou na sexte-feira (9) a linha John Cooper Works (JCW) 2013 para os modelos Cooper hatch (R$ 136.950), cupê (R$ 141.950), conversível (R$ 151.950) e roadster (R$ 156.950). O pacote que acrescenta kit aerodinâmico, rodas de liga leve de 17 polegadas com desenho exclusivo, suspensão modificada, freios redimensionados e permite personalizar as cores da carroceria e do teto custa R$ 17 mil a mais que a versão S convencional de qualquer um dos carros citados anteriormente. Os crossovers Countryman e Paceman JCW chegarão ao mercado brasileiro até o final do ano, segundo a marca. 
Além das modificações mecânicas e estéticas, como interior revestido em couro com costuras vermelhas, bancos esportivos, soleiras e tapetes exclusivos, a linha Cooper JCW tem como principal atrativo o motor de 1.6 litro turbo de 211 cavalos de potência (26 cv a mais que na versão S), acoplado ao câmbio automático de seis marchas, com opção de trocas na alavanca ou por meio de borboletas no volante. De acordo com Paulo Manzano, diretor da MINI no Brasil, “a linha JCW será oferecida somente com este tipo de transmissão por conta da demanda dos clientes que exigiam o câmbio automático”. 
Os carros saem de fábrica com o pacote de equipamentos da versão S: direção com assistência elétrica, ar-condicionado digital, freios com ABS (anti-travamento), EBD (distribuidor de frenagem), controles de estabilidade e tração, vidros, travas e retrovisores com acionamento elétrico, sistema multimídia com computador de bordo, Bluetooth, GPS e som da marca Harmann-Kardon, etc. Entre os equipamentos de segurança, o Cooper hatch conta com seis airbags (frontais, laterais e de cabeça), enquanto as demais configurações são equipadas apenas com bolsas infláveis frontais e laterais. 
Coração renovado 
A MINI diz que o motor do Cooper JCW foi preparado para desenvolver mais potência com menores consumo e emissões. Para isso, o propulsor teve a taxa de compressão reduzida e a pressão do turbo elevada. A turbina, de duplo fluxo, é maior que a utilizada na versão S. Para otimizar a eficiência da unidade de fora, a marca adotou o sistema Valvetronic (desenvolvido pela BMW), que controla a admissão pelo curso das válvulas.
Kart de gente grande (e endinheirada)
O Carsale avaliou as versões roadster e cupê em um teste-drive promovido pela MINI no autódromo Vello Città, em Mogi Guaçu (SP). Durante quatro voltas com cada carro foi possível notar que, além do ganho de potência, o pacote JCW deixa os pequeninos ainda mais divertidos de serem guiados. Os carrinhos aceleram com vigor e empolgam quem está ao volante quando os 28 kgfm de torque (disponíveis entre 2 mil e 5.100 rpm) entram em ação. Por conta do baixo centro de gravidade, os compactos se comportam como karts maiores e mais potentes. Curvas são contornadas com facilidade por conta da suspensão de acerto rígido, que segura o carro em sua trajetória. Já os trechos de reta e subida são “devorados” com vigor, dando a impressão de um motor maior estar instalado sob o capô.
Ao mudar o câmbio do modo automático para o manual e ligar o botão Sport – deixa as respostas do acelerador, direção e motor mais rápidos – a brincadeira fica ainda mais divertida e demanda mais cuidado e perícia do condutor, pois o carro fica ainda mais “nervoso”. No caso do cupê, as reações são ainda mais ariscas por conta do modelo pesar 20 quilos a menos que o roadster.
Viagem a convite da MINI.

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