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O 208 é o maior lançamento da Peugeot em terras brasileiras desde a estreia do 206, em 1999. Para conferir a receptividade do novo produto, oCarsaleconvidou uma proprietária do veterano 206 para dar uma volta no novo compacto, considerado a grande aposta da fabricante no País.

A médica Natália Ferreira, 28 anos, única dona de um 206 1.4 2007 com 40 mil quilômetros rodados, dirigiu o 208 pelas ruas de São Paulo e deu a sua opinião sobre o modelo. “O que mais me chamou a atenção foi o painel mais elevado e a central multimídia que é bastante interessante por englobar o rádio, computador de bordo e GPS em um único equipamento”. A direção com assistência elétrica também foi destacada pela médica. “A direção é bem mais leve que a do meu carro, que é hidráulica”.

O espaço interno do compacto também recebeu elogios de Natália. “O 208 parece ser bem mais espaçoso que o meu 206. E eu gostei da posição de dirigir um pouco mais alta”. De acordo com a Peugeot, o 208 cresceu cerca de 10 centímetros na distância entre-eixos e no comprimento total em relação ao 206.

Embora o 208 seja equipado com uma “releitura” do motor do 206, a médica gostou do desempenho urbano do hatch e, principalmente, do baixo nível de ruído emitido pelo propulsor. “Ele é bem mais silencioso que o meu 206”.

Apesar do rápido convívio com o 208, Natália destacou que não faria questão do teto panorâmico no momento da compra do compacto. Quando informada que há uma versão sem o teto, chamada Active Park e que custa R$ 42.990, a médica ficou ainda mais interessada.”Gostei bastante do carro e até compraria um, mas daria preferência pela versão sem o teto panorâmico por achar que não é um equipamento essencial. Além disso, ainda economizaria R$ 3 mil”, concluiu.